Antonio Daza Kulchavita, também conhecido por seu nome tradicional Jate Kulchavita Boñe, é um ancião (abuelo) e sábio da comunidade muisca de Ráquira, Colômbia. Nascido em Chiquinquirá, Boyacá, em território muisca, começou a estudar a sabedoria indígena no início dos anos 1980, aprendendo junto a comunidades lakota, arhuaca, huitoto e kogui. É formado em Antropologia pela Universidad Nacional de Colombia. Em 1996, participou da construção da Maloka do Jardim Botânico de Bogotá junto a sábios huitotos, contribuindo para a proposta educativa intercultural ecológica que mais tarde seria implementada no local.
George Hart é historiador noético e autor, cujo trabalho explora a história oculta da consciência nas raízes da civilização ocidental.
Formado em Estudos Clássicos pela Universidade de Bristol antes de se dedicar ao direito e às ciências ambientais, ele reúne uma combinação rara para o estudo do passado: a sensibilidade do classicista para os textos e os mitos, aliada ao rigor científico baseado em evidências. Sua pesquisa segue um único fio condutor: a tradição psicodélica que vai das cavernas pintadas da Era do Gelo aos filósofos de Atenas e aos imperadores de Roma, analisada à luz das descobertas mais recentes da arqueologia e da ciência.
Suas conclusões apresentam uma perspectiva marcante: o Ocidente não possui apenas uma herança psicodélica, mas possivelmente a mais significativa de todas. Seu primeiro livro, Higher States: Psychedelics and the Lost Story of the West, será publicado pela Mycora Media em outubro de 2026.
Isku Kua é Cacique da Aldeia Nova Esperança, a maior das comunidades Yawanawa, e líder do recém-inaugurado Centro de Estudos Tradicionais e Língua Yawanawa Isku Vakehuhu.
Tendo sido iniciado nas práticas espirituais mais elevadas da tradição Yawanawa, Isku Kua representa o futuro da nação Yawanawa. Ele é um jovem líder visionário que constrói o futuro enquanto assimila os conhecimentos do passado.
É um líder dedicado e atua como porta-voz de seu povo e do movimento Indígena no Brasil. Ele viaja frequentemente para a Europa e os Estados Unidos para partilhar a mensagem da floresta, bem como a cultura e espiritualidade de seu povo. É um orador que já palestrou para presidentes, nas Nações Unidas, na UNESCO e na Iniciativa Inter-religiosa para as Florestas Tropicais.
Suas áreas de atuação incluem a educação tradicional Indígena, a revitalização linguística, a preservação cultural, a energia sustentável, a agricultura regenerativa e o reflorestamento.
Puwe Puyanawa é um líder espiritual e um grande defensor da natureza e da ayahuasca. Com sua formação em Ciências Biológicas, ele desenvolve e articula projetos ambientais que promovem a defesa da vida tanto em seu território quanto em outras comunidades. Ele também integra a Secretaria dos Povos Indígenas do Acre.
Considerado uma das lideranças mais importantes de seu povo, foi o responsável por iniciar o resgate cultural e espiritual da comunidade antes mesmo dos anos 2000, um período em que o Povo Puyanawa enfrentava o risco de perder seus conhecimentos tradicionais. Além disso, ele foi um dos pioneiros e fundadores da Conferência Indígena da Ayahuasca. Puwe gravou o disco "Dimanã Ewe Yubabu" com sua comunidade e Vari Puyanawa. Hoje, ele é o presidente e fundador do Instituto Puwe.
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